Vagas de estágio nos Correios (BA) 2015



     

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT, através da Diretoria Regional da Bahia, está oferecendo oportunidades de estágio e cadastro reserva. Ao todo, serão quatro vagas para estagiários que estão sendo disponibilizadas nesta seleção par atuar na região da Bahia.

Os estudantes que forem aprovados terão direito a uma bolsa mensal que chegará, no máximo, no valor de R$ 381,95. Além da bolsa, os estagiários também receberão os benefícios de vale-alimentação com um valor de R$ 197,11 e auxílio transporte de R$ 92,84. Os interessados que forem negros terão uma preferência de 20% das vagas.

Para participar do processo seletivo é necessário que os estudantes estejam matriculados nos cursos de: Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Edificações, Técnico em Segurança do Trabalho e Técnico em Telecomunicações.

Os candidatos que tiverem interesse nesta oportunidade de estágio nos Correios podem se inscrever através do seguinte site:

www2.correios.com.br/institucional/concursos/correios/default.cfm. O prazo das inscrições terá início no dia 2 de março e se encerrará no dia 13 de março.

O exame seletivo será dividido em duas fases: a primeira será realizada através da verificação do currículo, onde os candidatos serão classificados ou eliminados; a segunda fase consiste na verificação dos documentos e entrevista dos estudantes e também é considerado eliminatório.

O resultado da seleção, quanto à aprovação dos candidatos será anunciado no portal dos Correios. Os estudantes que tiverem a aprovação irão assinar um contrato de estágio e em seguida iniciarão as suas atividades.

O certame será válido por um período de seis meses, podendo ter o prazo estendido conforme a decisão do setor de Gestão de Pessoas e Recursos Humanos.

Em cada ano, os Correios oferecem oportunidades nos variados municípios e locais do Brasil. Para participar do processo seletivo é essencial que os candidatos tenham uma idade mínima de 14 anos e máxima de 21 anos e apresente boas notas na escola. 

Por Felipe Couto de Oliveira